Sou um arquiteto de software e tech lead que encontrou propósito na interseção entre código, pessoas e criação. Depois de anos buscando algo que realmente me motivasse, encontrei no empreendedorismo o tipo de desafio que me faz acordar ansioso para começar a próxima implementação. É na família que encontro a energia para continuar.

Tenho 33 anos, moro em São Paulo e lidero o time de engenharia na 4Tech — uma empresa de software que construí com a convicção de que tecnologia existe para devolver tempo e autonomia às pessoas. Nossos clientes nos confiam desafios complexos de software. Lidero arquitetura e entrega no setor de saúde e em outros segmentos, o que me mantém conectado à complexidade real do software corporativo.

O que faço

Meu trabalho vive na fronteira entre arquitetura e entrega. Antes de escrever uma única linha de código, quero entender o domínio, os acoplamentos e as restrições. A arquitetura vem antes da implementação.

Durante a maior parte da minha carreira, escrevi código. Hoje, meu trabalho é projetar soluções complexas que envolvem múltiplas áreas de conhecimento. Meu foco é construir arquiteturas que otimizem custo em ambientes onde orçamento e restrições são reais.

Na 4Tech, estou integrando IA no fluxo de trabalho do time de engenharia para melhorar a produtividade e a qualidade das entregas. O maior desafio é treinar desenvolvedores para usar IA como uma ferramenta genuína sem enfraquecer seus fundamentos de ciência da computação.

O que me move

Acredito que conhecimento só tem valor quando expresso. Aprendo pelo método CODE — Capturar, Organizar, Destilar, Expressar. Um conceito se torna meu quando o transformo em algo: um post, um projeto, uma palestra, uma solução para um cliente.

Tenho fascínio por sistemas que aprendem e se adaptam. Agentes de IA, algoritmos genéticos, microsserviços que evoluem com o negócio. Vejo padrões na natureza e na tecnologia como faces da mesma lógica.

Minha lente intelectual é a de um arquiteto pragmático. Teoria desconectada da prática não me interessa. Tampouco a prática sem fundamentos teóricos sólidos. O que me move é o espaço entre os dois — o momento em que um conceito se transforma em algo que funciona.

Por que escrevo

Quero melhorar meu inglês e minha escrita em geral, e este blog faz parte dessa prática. Também espero me tornar palestrante algum dia, e as notas que mantenho no Obsidian são a base que estou construindo para isso.

Este é o lugar onde penso em voz alta. Sobre decisões de arquitetura, sistemas de IA, liderança e as lições de construir produtos que realmente rodam em produção. Não demos. Não teoria pela teoria.

Escrevo para organizar o pensamento. E quando o pensamento está organizado, compartilho.


“Escrever não é usar palavras difíceis para impressionar. É usar palavras simples de uma forma impressionante.”

— Sierra Bailey